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7 tendências para operações e atendimento em 2026

8 de janeiro de 2026

Durante muito tempo, falar em segurança era quase automático. 
Instalar câmera. Gravar imagem. Guardar tudo ali e pronto. 

Só que isso ficou pra trás. 
Hoje, o valor real está em transformar imagem em informação útil. Daquelas que ajudam a responder rápido aos eventos, organizar a operação e manter tudo acessível e sob controle. 

É exatamente nesse ponto que o videomonitoramento em nuvem entra em cena. 
Não como promessa distante, mas como resposta prática para cidades, empresas, condomínios e operações que precisam agir melhor. Não apenas ver mais. 

Por que essas tendências importam agora 

Nuvem, inteligência artificial e colaboração estão avançando juntas. 
E quando essas três coisas se encontram, o mercado muda de expectativa. 

Não basta gravar. 
Agora se espera alerta, contexto, agilidade, integração com a operação e evidência pronta quando algo acontece. 

A pergunta deixa de ser se existe câmera instalada e passa a ser outra bem mais direta. O que está sendo feito com essas imagens? 

O que muda na prática 

Quem consegue detectar, notificar, investigar e agir rápido reduz perdas, melhora a sensação de segurança e ganha eficiência operacional. 

Quem continua só gravando vira espectador do próprio problema. 
Duro de ouvir, mas real. 

A seguir, as principais tendências que já estão redesenhando esse cenário. 

1) Videomonitoramento em nuvem como padrão 

O modelo baseado em DVR local e acesso físico cria um gargalo simples e caro. 
A informação não está disponível quando mais se precisa dela. 

A migração para a nuvem cresce justamente porque resolve isso de forma direta. 

Com acesso remoto e seguro, imagens, gravações e eventos ficam disponíveis para quem precisa, no momento certo, sem depender de deslocamento ou de um equipamento específico. 

Onde a nuvem mais impacta 

Em operações com múltiplos pontos e diferentes responsáveis, a nuvem faz diferença todos os dias. 
Ela acelera atendimento, investigação e tomada de decisão. 

Tudo fica centralizado, organizado e acessível. 
Sem perder controle. 

2) IA aplicada a alertas e prevenção 

A tendência mais clara aqui é parar de gastar tempo olhando tela. 
A inteligência artificial assume o papel de observar padrões e sinalizar o que realmente importa. 

Em vez de reagir depois, a operação passa a agir antes. E isso muda o jogo. 

O que a IA entrega no dia a dia 

Alertas em tempo real, leitura de placas, reconhecimento facial quando autorizado, detecção de movimento e análise de fluxo. 

O foco não é tecnologia pela tecnologia. É reduzir o tempo entre o evento e a resposta certa. 

3) Redes colaborativas de câmeras 

Uma câmera sozinha mostra pouco. Uma rede conectada mostra contexto. 

A lógica da colaboração amplia o campo de visão, permite rastrear rotas, entender movimentos e conectar informações que, isoladas, não dizem muita coisa. Isso melhora a investigação e ajuda a reduzir a recorrência de incidentes. 

Por que colaboração gera resultado 

Quando câmeras de uma região operam juntas, fica mais fácil identificar padrões e apoiar ações coordenadas. 

Projetos como o #EuColaboro mostram isso na prática. A segurança deixa de ser individual e passa a ser uma estratégia de território. 

4) Integração com operação e órgãos de apoio 

Ver imagem não basta. A informação precisa circular rápido, com controle e responsabilidade. 

Plataformas de videomonitoramento em nuvem tendem a se integrar cada vez mais com centrais, equipes de campo e, quando faz sentido, órgãos de apoio à segurança. 

O impacto da integração 

A evidência deixa de ficar presa em um equipamento ou operador. Ela chega mais rápido, com registro confiável e menos ruído no processo. 

O resultado é menos retrabalho e mais chance de resolução. 

5) Investigação mais rápida com rastreabilidade 

Outro ponto que ganha peso é o controle sobre o uso da informação. Quem acessou, quando acessou, o que foi visualizado e o que foi exportado. 

Segurança moderna exige rastreabilidade. Principalmente em ambientes com muitos usuários e dados sensíveis. 

O ganho prático 

Quando ocorre um incidente, tempo perdido organizando evidência custa caro. 

Plataformas em nuvem com controle de acesso e logs claros tornam a investigação mais ágil e aumentam a credibilidade do material. 

6) Governança e segurança de dados como critério de escolha 

Com mais câmeras, mais usuários e mais compartilhamento, governança deixa de ser detalhe. Passa a ser requisito. 

Privacidade, LGPD, regras de acesso e auditoria entram no centro da decisão. 

O que operações maduras exigem 

Perfis de acesso, trilhas de auditoria, políticas de retenção e uso claro da informação. Em muitos casos, isso pesa tanto quanto a qualidade da imagem. 

7) Crescer sem perder controle 

Empresas, condomínios e prefeituras estão ampliando pontos monitorados. O desafio é crescer mantendo padrão, visibilidade e gestão centralizada. 

Como a nuvem viabiliza escala 

Modelos em nuvem facilitam adicionar novos pontos, organizar permissões e manter consistência operacional. Para parceiros e franqueados, isso significa escalar atendimento sem comprometer a experiência nem o controle. 

Nos próximos 12 meses, a tecnologia que mais impacta a segurança é a que transforma imagem em ação. 

  • Nuvem para acesso e escala.  

  • IA para alertas e priorização.  

  • Colaboração para  visão ampliada.  

  • Governança para operar com confiança. 

Esse conjunto sustenta o uso moderno do videomonitoramento em nuvem e explica por que operações que evoluem agora ganham vantagem real. 

Quer entender o que faz sentido no seu cenário e como aplicar isso na prática? 
Fale com a Camerite. 

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