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A força da comunidade na segurança de Maringá

25 de novembro de 2025

Quando a dúvida de uma telespectadora virou pauta

Tudo começou com uma pergunta simples.
Uma telespectadora da Rede Massa viu uma torre alta, com câmeras instaladas, e não fazia ideia do que era. Mandou a foto para a emissora. A equipe recebeu a mensagem, pegou o equipamento e foi descobrir.

E a resposta abriu uma porta para uma história bem maior.

As câmeras que você já viu pela cidade

Quem circula por Maringá já reparou. Tem câmera no poste alto, tem câmera discreta na fachada de uma casa, tem torre que parece saída de filme futurista.

Só que pouca gente sabe que esse movimento não é da prefeitura. É da comunidade.

Mais de 100 pontos da cidade já contam com o sistema. A iniciativa nasceu entre amigos, empresários e moradores que decidiram fazer algo concreto pela própria segurança. Eles se uniram, colocaram o projeto de pé e trouxeram a tecnologia da Camerite, plataforma de vídeo em nuvem presente no Brasil inteiro.

Como funciona na prática

É mais simples do que parece.
Os moradores ou comerciantes do bairro se organizam, instalam o projeto e passam a ter acesso às imagens direto do celular. Cada um acompanha a rotina da rua, conversa com o grupo pelo aplicativo e contribui com a rede.

É vigilância colaborativa.
E o impacto chega rápido.

Quando um carro some e aparece minutos depois

Um dos casos registrados pelo sistema aconteceu na Avenida Morangueira. Um veículo foi furtado e, em poucos minutos, as câmeras reconheceram o modelo e identificaram o carro em Santa Fé.
A polícia foi acionada e o veículo foi recuperado.

É o tipo de situação que explica por que tantas cidades da região estão adotando o projeto: Colorado, Paiçandu, Santa Fé, Astorga, Munhoz de Melo… todas seguindo o mesmo caminho.

A equipe de reportagem também foi flagrada

Durante a gravação, as próprias câmeras filmaram a repórter e o cinegrafista.
Eles deram até um tchauzinho.
Sim, o sistema registra tudo.
E isso é exatamente o que fortalece a confiança dos moradores que participam do projeto.

A visão do município

O secretário de Segurança de Maringá, Luís Alves, destacou um ponto importante. A prefeitura estuda integrar todas essas câmeras privadas à central oficial de monitoramento da cidade.

Ainda é um processo técnico que exige estudo, mas o objetivo é claro: somar forças.
Quanto mais pontos de imagem conectados, mais rápida e precisa fica a resposta a qualquer ocorrência.

Segurança com propósito coletivo

A ideia que começou pequena ganhou escala porque toca em algo que todo mundo sente: a necessidade de olhar para o lugar onde vive e participar da solução.

As câmeras não substituem a presença da polícia.
Mas ampliam a visão sobre o território.
Geram informação.
Ajudam moradores, comerciantes, imprensa e autoridades.

É tecnologia servindo à comunidade.
E a comunidade devolvendo isso em forma de cuidado.

Quer ver como tudo isso apareceu na TV

A matéria completa, exibida pela Rede Massa, está aqui: YouTube.

Quer levar esse modelo para o seu bairro ou para a sua cidade

Se quiser entender como funciona o projeto colaborativo, como organizar os moradores ou tirar dúvidas sobre tecnologia e instalação, é só entrar em contato com nossa equipe.
Estamos prontos para ajudar quem quer transformar o lugar onde vive.

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