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7 erros comuns em projetos de tecnologia

5 de fevereiro de 2026

Projetos de tecnologia quase sempre começam do mesmo jeito. Empolgação alta. Lista grande de funcionalidades. Tudo parece fazer sentido. 

O problema aparece depois. Quando a solução chega na operação real. 

Atraso. Mudança de escopo. Integrações que não funcionam. Equipe sobrecarregada. E um custo final bem maior do que o previsto. 

Na maioria das vezes, o vilão não é a tecnologia. O que quebra projetos é a soma de pequenas decisões ruins, que geram retrabalho e custo escondido. 

A boa notícia é simples. Esses erros são previsíveis. E evitáveis. 

Abaixo estão os mais comuns, com orientações práticas para estruturar projetos mais sólidos. Especialmente em iniciativas de videomonitoramento em nuvem, segurança eletrônica e gestão de operação. 

1) Começar pela ferramenta, não pelo problema 

É tentador decidir rápido. Vamos comprar X, instalar Y e resolver.O problema é que, sem clareza de objetivo, a solução fica cara e subutilizada. 

Antes de escolher qualquer tecnologia, responda. 

  • Qual dor estamos resolvendo. 

  • O que significa sucesso. 

  • Quem usa isso no dia a dia. 

  • Que decisão será tomada a partir dessas informações. 

Como evitar 

Defina objetivo, escopo e indicadores antes de falar com fornecedor. Em segurança, por exemplo, o foco pode ser reduzir furtos em áreas específicas, acelerar investigações ou melhorar tempo de resposta. 

Como a Camerite ajuda 

A Camerite parte do objetivo operacional. Onde faz sentido ter câmeras, que cobertura buscar e como organizar acesso, gravação e evidência. Não é instalar equipamento e torcer. 

2) Subestimar integração 

Integração raramente é detalhe. Câmeras, rede, gravação, acesso remoto, permissões, alertas e relatórios precisam conversar. Quando isso não acontece, surgem problemas bem conhecidos. 

  • Cadastro duplicado. 

  • Acesso manual e inseguro. 

  • Processos paralelos fora do sistema. 

  • Tempo perdido para encontrar imagens e eventos. 

Como evitar 

  • Mapeie integrações desde o início. 

  • Que equipamentos já existem. 

  • Quais padrões serão usados. 

  • Requisitos de rede e segurança. 

  • Fluxo de dados e permissões. 

Como a Camerite ajuda 

Como plataforma em nuvem focada em escala e operação, a Camerite centraliza gestão e acesso. Isso reduz o número de ferramentas desconectadas e o custo escondido do dia a dia. 

3) Projetar só para implantar, não para operar 

Implantar é diferente de operar. Um projeto pode subir e ainda assim falhar no uso diário. 

  • Ninguém sabe quem responde alertas. 

  • Não existe padrão para registrar incidentes. 

  • A evidência demora para ser localizada. 

  • Acesso vira bagunça. 

  • Manutenção é sempre reativa. 

Como evitar 

  • Desenhe o dia seguinte. 

  • Quem opera. 

  • Quais rotinas existem. 

  • Quais SLAs fazem sentido. 

  • Como será treinamento e escalonamento. 

Como a Camerite ajuda 

A Camerite é pensada para o uso contínuo. 

Visualização, busca, compartilhamento controlado de evidências e apoio à operação fazem parte do desenho. Não ficam para depois. 

4) Não planejar infraestrutura e disponibilidade 

Em projetos de vídeo, o custo escondido quase sempre está na infraestrutura. 

  • Link insuficiente. 

  • Wi-Fi improvisado. 

  • Falta de redundância. 

  • Armazenamento mal dimensionado. 

  • Câmeras fora do ar quando mais precisam. 

Como evitar 

  • Defina requisitos mínimos. 

  • Qualidade de imagem por cenário. 

  • Disponibilidade esperada. 

  • Retenção de gravações. 

  • Monitoramento de saúde das câmeras. 

Como a Camerite ajuda 

Com arquitetura em nuvem e gestão centralizada, a Camerite reduz improviso e dá visibilidade da operação, evitando surpresas que viram custo depois. 

5) Ignorar governança de acesso 
  • Quem pode ver quais imagens. 

  •  Quem exporta evidência. 

  •  Quem autoriza usuários. 

  •  O que acontece quando alguém sai do time. 

Sem regra clara, aparecem riscos e conflitos. 

  • Acessos indevidos. 

  • Perda de controle. 

  • Falta de auditoria. 

  • Problemas em projetos colaborativos. 

Como evitar 

  • Crie uma política simples. 

  • Perfis de acesso. 

  • Rastreabilidade. 

  • Critérios e prazos. 

  • Regras de compartilhamento. 

Como a Camerite ajuda 

A Camerite permite estruturar controle e auditoria desde o início. Algo essencial em redes colaborativas e operações com múltiplos perfis. 

6) Medir sucesso pelo que foi instalado 

Instalar 50 câmeras não é resultado.  É entrega. 

O que importa de verdade. 

  • Tempo para localizar evidência. 

  • Redução de ocorrências em áreas críticas. 

  • Eficiência operacional. 

  • Disponibilidade do sistema. 

  • Satisfação de quem opera. 

Como evitar 

Defina indicadores antes e acompanhe depois. Sem métrica, o projeto não evolui e o custo se repete. 

Como a Camerite ajuda 

A Camerite transforma vídeo em informação organizada para a gestão.Menos fricção. Mais uso real. 

7) Não prever treinamento e melhoria contínua 

Quase todo projeto precisa de ajuste depois que entra em produção. 

  • Reposicionamento de câmeras. 

  • Revisão de rotinas. 

  • Ajuste de acessos. 

  • Treinamento de novos operadores. 

  • Sem planejamento, isso vira abandono silencioso. 

Planejar, integrar e governar tecnologia é o que separa projetos que geram valor de projetos que só consomem orçamento. 

Se você está prestes a implantar ou expandir uma iniciativa de videomonitoramento em nuvem, segurança eletrônica ou integração de câmeras, revisar o desenho antes de executar evita retrabalho, surpresa e custo escondido. 

Quer levar a Camerite para a sua empresa? Entre em contato. 

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